sábado, 16 de julho de 2011

UNIDOS PELA CULTURA

É HORA DE PERDER A PACIÊNCIA!
O Movimento de trabalhadores da cultura quer tornar pública sua indignação e
recusa ao tratamento que vem sendo dado à cultura deste país, aprofundando
e reafirmando as posições defendidas desde 1999, no Movimento Arte Contra
Bárbarie. A arte é um elemento insubstituível para um país por registrar,
difundir e refletir o imaginário de seu povo. Cultura é prioridade de Estado, por
fundamentar o exercício crítico do ser humano na construção de uma
sociedade mais justa.
A produção artística vive uma situação de estrangulamento que é resultado da
mercantilização imposta à cultura e à sociedade brasileiras. O estado prioriza o
capital e os governos municipais, estaduais  e federal teimam em privatizar a
cultura, a saúde e a educação. É esse discurso que confunde uma política para
a agricultura com dinheiro para o agronegócio; educação com transferência de
recursos públicos para faculdades privadas; incentivo à cultura com Imposto de
Renda usado para o marketing, servindo a propaganda de grandes
corporações. Por meio da renúncia fiscal  – em leis como a Lei Rouanet  - os
governos transferem a administração de dinheiro público destinado à produção
cultural, para as mãos das empresas. Dinheiro público utilizado para interesses
privados. Esta política não amplia o acesso aos bens culturais e principalmente
não garante a produção continuada de projetos culturais.
Em 2011 a cultura sofreu mais um ataque: um corte de 2/3 de sua verba anual
(de 0,2% foi para 0,06% do orçamento geral da União) em um momento de
prosperidade da economia brasileira. Esta regressão implicou na suspensão de
todos os editais federais de incentivo à Cultura no país, num processo claro de
destruição das poucas conquistas da categoria. Enquanto isso, a renúncia
fiscal da Lei Rouanet, não sofreu qualquer alteração apesar de inúmeras
críticas de toda a sociedade.
Trabalhadores da Cultura,  é HORA DE PERDER A PACIÊNCIA: Exigimos
dinheiro público para arte pública!
Arte pública é aquela financiada por dinheiro público, oferecida gratuitamente,
acessível a amplas camadas da população  – arte feita para o povo. Arte
pública é aquela que oferece condições para que qualquer cidadão possa
escolhê-la como seu ofício e, escolhendo-a, possa viver dela  – arte feita pelo
povo.   Por uma arte pública tanto nós, trabalhadores da cultura, como toda a
população tem seu direito ao acesso irrestrito aos bens culturais, exigimos
programas  – e não um programa único  – estabelecidos em leis com
orçamentos próprios, que estruturem uma política cultural contínua e
independente – como é o caso do Prêmio Teatro Brasileiro, um modelo de lei
proposto pela categoria após mais de 10 anos de discussões.   Por uma arte
pública exigimos Fundos de Cultura, também estabelecidos em lei, com regras e orçamentos próprios a serem obedecidos pelos governos e executados por
meio de editais públicos, reelaborados constantemente com a participação da
sociedade e não apenas nos gabinetes. Por uma arte pública, exigimos a
imediata votação da PEC 236, que prevê a cultura como direito social, e
também imediata votação da PEC 150, que garante que 2% do orçamento da
União seja destinado à Cultura, nos padrões propostos pela ONU, para que
assim tenhamos recursos que possibilitem o tratamento merecido à cultura
brasileira.
Por uma arte pública, exigimos a imediata publicação dos editais de incentivo
cultural que foram suspensos e o descontingenciamento imediato da já
pequena verba destinada à Cultura. Por uma arte pública, exigimos o fim da
política de privatizações e sucateamentos dos equipamentos culturais, o fim
das leis de renúncia fiscal, o fim da burocratização dos espaços públicos e das
contínuas repressões e proibições que os trabalhadores da cultura têm
diariamente sofrido em sua luta pela sobrevivência. Por uma arte pública
queremos ter representatividade dentro das  comissões dos editais, ter
representatividade nas decisões e deliberações sobre a cultura, que estão nas
mãos dos interesses do mercado. Por uma arte pública, hoje nos dirigimos à
Senhora Presidente da República, aos Senhores Ministros da Fazenda e às
Senhoras Ministras do Planejamento e Casa Civil, já que o Ministério da
Cultura, devido seu baixo orçamento encontra-se moribundo e impotente.
Exigimos a criação de uma política pública e não mercantil de cultura, uma
política de Estado, que não pode se restringir às ações e oscilações dos
governos de plantão. O Movimento de Trabalhadores da Cultura chama toda a
população a se unir a nós nesta luta.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lixo pra todo lado......


                          O mendigo e o lixo
O mendigo Pai João , mora no Viaduto Jacareí, Centro,  e é muito conhecido por andar com pouca roupa  e sempre com um cobertor enrolado no corpo, perguntado o que achava da iniciativa da Prefeitura em fichar moradores de rua  na polícia,respondeu  com fúria: '' Sou andante de vida limpa, quem deve na justiça  são eles (os políticos)."
 
Pai João revirava os cerca de quarenta sacos pretos de lixo domiciliar, segunda -feira 4/7,  na avenida Nove de Julho ,altura do número 349, próximo ao Ministério da Saúde ,quando garis que passavam pelo local, desabafaram :
 
 "   É por isso que a  varrição é prejudicada .Estamos cansados de  sermos injustiçados . Estes sacos estão aqui desde sábado à tarde e hoje já é segunda ( 12 horas) e a Loga ainda não coletou. No Bixiga está pior,forrado de sacos pretos rasgados. Está empresa (a Loga ) não consegue fazer a coleta  direito e ainda está doidinha para abocanhar a varrição do Centro."
 

                                                             Devanir Amâncio

Seu guarda, posso usar o banheiro?

   Cabine da PM vira albergue em São Paulo
 
Uma cabine  quebrada da Polícia Militar virou albergue de  sem - teto na Praça da República, no centro da cidade. Se de noite serve de abrigo , de dia é usada como banheiro de mendigo .
 
Segundo  taxistas e engraxates da praça, a cabine está abandonada  há mais de  quinze dias .
 
" Do jeito que está...se ficar assim , até crack vão pitar aí dentro , porque mictório já é , está fedorenta",alerta um comerciante. 
 
Policiais militares que trabalham para coibir assaltos na região    pedem  que o Governo do Estado higienize as cabines  : " As cabines são desconfortáveis ,estão sujas, algumas pichadas e  até goteirando ", disse um policial. Não vão querer que a gente vire faxineiro de cabine -, das dez quatro estão em péssimo estado", completa. 
 

                                                Devanir Amâncio

Escritora de Paraisópolis

Filiação e Naturalidade

 Filha de Ledite Carvalho de Souza Joaquim Carlos de Souza Neto, Jussara Carvalho nasceu na Fazenda Pedrinhas onde havia plantação de milho, feijão, arroz, mandioca, hortaliças, coqueiros, cana-de açúcar, animais de criação, etc. O braço do rio de água transparente era perene até sua adolescência, ano ao qual mudou para a cidade Jacaraci localizada no Sudoeste da Bahia.
 Enquanto morou no município de Jacaraci, Jussara cursou o primeiro grau numa escola com o nome da falecida comarca da sede Zuleide Freire de Abreu e segundo no Centro Educacional Municipal Julieta Cardoso David com o nome da falecida matriarca da cidade.
Brincadeiras
 Jussara lembra e sente saudades das brincadeiras da infância. Como dizia o primo galego, era a criança mais veloz quando corria embaixo das árvores ou nelas. A fazenda onde Jussara nasceu tem o nome Pedrinhas porque gente das regiões circunvidinhas aproximavam com seus carros de boi para levar pedras para construções de casas de engenho, residência dos empregados ou casarões para se mesmo.
 Na aurora da sua vida, Jussara e o irmão caçula Daniel, brincavam de pega-pega sobre pés de manga, jogavam "beisebol" com um pedaço de ripa e a bola era uma laranja. Era engraçado, pois a fruta muitas vezes seca, se quebrava na primeira tacada e passavam a tarde jogando a bola e dando tacadas sem poder correr pelas bases. Naquela época, Suziene e Maurinéia alunas do Grupo Escolar  Governador Waldir Pires e vizinhas de Sara agora conhecida como Escritora de Paraisópolis , se juntava ao jogo composto de quatro membros: dois apanhadores e dois rebatedores.
Clube das bonecas
Também colhia bonecas de milho verde para brincar de casinha e sonhava com o inexistente Clube secreto no meio do mato. Fazia pessoas, carros e diversos objetos com barro ao imitar a irmã Júlia.  Tendo como escorregador um pequeno morro coberto de lama e andava tanto descalça sobre a areia alaranjada ou sonho escuro e rígido que nem sentia os espinhos perfurando os pés ou a queimadura de uma brasa. Lembra que o vizinho Clemente (já adulto na época) como consequência de andar descalço, teve que fazer uma operação para retirar um cravo (espinho enraizado no pé) e tinha medo que o mesmo acontecesse consigo.

 Quinca - o homem que "virava fantasma"
 Joaquim Carlos o pai de Jussara Carvalhos é um grande contador de histórias com seu jeito especial e exclusivo de interpretar contos e o prazer em criar um enredo interessante. Quinca o cômico nato foi chamado pelos seus incríveis teatros como o homem que virava fantasma. Todos o conhece pela suas encenações públicas e familiares que causavam grande sustos de arrepiar. Nunca cobrou ingressos para seus espetáculos pois os espectadores estavam envolvidos nos espetáculos inéditos.
Comédia política  (Jacu x Pé colado e Ledite x Quinca) 
 Ledite Carvalho (já falecida), sentia ciúmes do encanto que o marido promovia nas mulheres solteiras e casadas, com isso Jussara presenciou cenas de discussões com a vizinha que demonstrava interesse por este homem duplamente casado (Na igreja e no civil). Porém Joaquim também era ciumento e fazia campanha política contra certo candidato que paquerava Ledite. Se esta aceitava os elogios para ser mais valorizada ou causar ciúmes não não sei julgar, o que ninguém conseguia entender era porquê pregava na parede a propaganda do político que o marido odiava.
 Dessa forma, na época da eleição para prefeito, era uma aventura meio cômica-política. Ledite arrancava imagens dos candidatos "Pé colado" e colava os do partido "Jacu" enquanto Quinca ou Joaquim rasgava os planfetos do Jacu e distribuía do pé colado, no final as pessoas que acompanhavam o IBOP ficavam confusas ao passar pela casa do lendário Quinca e vê na janela direta a propaganda do candidato Jacu e da janela esquerda do candidato Pé colado.
 Formadores de opinião
 Intrigados e exaltados por considerar a hipótese de ser uma afronta aos políticos, exigiam explicação para a palhaçada. Como Quinca e Ledite, eram formadores de opinião, a fazenda se tornava um campo de batalha-político. Para as pessoas mais velhas da região, o homem impõe sua opinião calando o pensamento feminino no lar, assim os inconformados com a oposição politica de Ledite, exigiam que o pai de família obrigasse a esposa a votar no partido Pé colado que ele escolheu, contudo ela sempre foi uma mulher guerreira e continuou exercendo sua influência para arrecadar votos para o Jacu até que se separou do marido e foi morar na cidade tendo que votar no Pé colado para garantir seu trabalho na prefeitura. Antes de morrer e já fora da prefeitura, Ledite que voltou a usar o sobrenome de solteira Álvares Carvalho voltou a votar nos políticos Jacu e quase teve sua casa derribada pela oposição ... 
Festas
 Apesar dos religiosos da igreja ao qual Ledite foi "ortodoxa" proibi participar de eventos dançantes e política, Jussara foi algumas festas de ambos partidos políticos. O problema era que sonhava ter uma reputação brilhante para casar com um lindo e galante jovem que conquistasse seu coração e ainda não tinha idade para enlace matrimonial, não dava bola para os rapazes que a paquerava para não ficar desonrada com fama de namoradeira e decepcionasse os pais.
Colegial
 Como em toda escola, os adolescentes são muito bagunceiros e divertidos. A vice-diretora do Centro Educacional Municipal Julieta Cardoso David (no período que Jussara foi aluna), não suportava as brincadeiras da galera e dizia que o corpo discente parecia alunos de televisão, noutra vez berrava que a turma ia colocar fogo no colégio, exaltando que aquela era a classe de estudantes mais atentados.
Certo dia de aula, quando Jussara cursava a sexta série do ensino fundamental na outra escola ( E Estadual Zuleide Freire de Abreu), toda a turma foi proibida de parabenizar os professores pelo seu dia. Os alunos ensaiaram e planejaram apresentar uma peça teatral em homenagem ao dia 15, porém foram barrados de uma forma humilhante. A sexta série vespertina da escola ficou trancada na sala de aula de castigo durante as apresentações no pátio escolar e depois levaram aos "prisioneiros" toda a comida que fora preparada para lance de todo o colégio. Sentindo humilhados com tantos sanduíches, fizeram greve de fome e voltaram pra casa. Jussara sorriu por dentro ao imaginar reverte o insulto fazendo guerra de comida, porém era muito tímida para iniciar uma bagunça e ficou apenas a cena na sua memória.
Jovens evangélicos
Quando frequentava a igreja, ia algumas excursões por todas as cidades vizinhas. Um ônibus conduzia os crentes a igrejas que celebravam cultos de busca de dons, batismo e reuniões entre as moças e moços da mesma fé religiosa para se conhecerem, namorar e casar. Aos 12 anos Jussara ficava zonza com tantos rapazes bem apessoados. Eles eram muitos jovens e ficavam divinamente charmosos vestidos ternos novos e tocando aqueles instrumentos musicais.
Com um sorriso no canto da boca, entoava os cantos líricos, outros mais parecidos com ópera, num esforço terrível que as vezes pensava que as tripas fossem sair pela boca ou interrompiam seu canto quando uma coceira tomava conta da garganta. Mas ficava feliz quando conseguia cantar direitinho. Depois isso ficou muito monótomo e não tinha mais graça se perder entre os grupos de garotas que estavam mesmo afim de paquerar e brigava pelos garotos.
Carreira literária
No último mês 2003, Jussara parti em busca de mais conhecimentos literários para poder aplicar nos livros de sua autoria. Registra na FBN (Fundação Biblioteca Nacional) seus primeiros livros: Em busca do FuturoUma garota apaixonada, O amor iluminou minha vida ( Romances) e Uma história de amor intenso ( narração em versos dividido em: Uma escritora adolescente em crise, De repente me apaixonei e Planos para ter um namorado)
 No sarau da Casa de Cultura de Santo Amaro, Jussara conhece o Poeta Renato Palmares que lhe convida conhecer outros Saraus lítero-músial na zona Sul de São Paulo e a incentiva recitar poemas, porém Jussara ainda não se sentia poeta pelo fato de na época ter apenas Demolidor de Corações ( Livro de poesias publicado posteriormente em 30 Abril de 2011). Para não decepcionar o amigo que lhe chamava cariosamente de poeta, Jussara Carvalho aceitou o desafio de escrever mais poesias e apresentar títulos variados nos saraus literários que passou a ir sozinha. 
 O amigo Luiz Flávio conhecendo seu trabalho e desejando tornar público A Escritora de Paraisópolis publicou no Jornal Paraisópolis NEWS duas matérias sobre a carreira de Jussara Carvalho e lhe incentivou a publicar o livro Demolidor de Corações. A organizadora do Sarau Paraisópolis: Míriam de Castilho lhe cedeu o espaço no Einstein para a publicação do livro de Poesias mais romântico de Jussara Carvalho.

 Além da poesia de sua autoria: Pelas ruas de São Paulo do livro Páginas Vazias publicado pela Editora Madio em Julho de 2010 e do livroDemolidor de Corações, Publicado pela Escritora de Paraisópolis em 30 de Abril de 2011, os textos literários de Jussara Carvalho Escritora de Paraisópolis estão publicado no Recanto da Letras: http://www.recantodasletras.com.br/autores/jussaracarvalho ;

Problema social volta ser caso de polícia

Não passa de factóide de político em fim de mandato   - em  baixa no conceito da opinião pública - mandar  fichar mendigos na polícia, conforme pretende o prefeito Gilberto Kassab.
 
O nosso prefeito foi mal assessorado sobre um assunto social complexo que assola a cidade  , que não se resolverá com a força policial . Muitos mendigos estão doentes , vegetando nas vias públicas , com problemas de ordens psicológicas profundas. Quando chegam aos albergues e são encaminhados  à Secretaria  Municipal de Saúde  não dá em nada, voltam para as ruas . Os próprios agentes de saúde dizem que  é preciso contratar  leitos para atender a demanda de moradores de rua, principalmente  os viciados em crack. Este é o grande drama dos albergues em São Paulo : o que fazer com os  "louquinhos"  ? -, é assim que  são chamados por agentes municipais ,os moradores de rua com transtornos psiquiátricos .
 
Um novo modelo de albergue, a começar pela  sua arquitetura   - que deveria ser mais humana , cultural e funcional - integrado ao sistema  municipal de saúde , seria o ideal    para reconstruir  vidas de inúmeras pessoas , como as que ficam na porta do Bom Prato , no Parque D. Pedro II,região central de São Paulo, à espera de restos de comida, um pãozinho ou uma banana .
 
Depois das subprefeituras serem transformadas em quartéis inoperantes ,engana-se quem acha que o poder policial será a solução para os cerca de 18 mil moradores de rua , em São Paulo.
 
A Prefeitura sequer consegue dar uma resposta social para a triste realidade das crianças de rua do  centro, o que foi conferido pela jornalista Fernanda Aranda , na sexta - feira 01/7 :  "Não são quatorze não , são trinta e uma crianças , tem até um bebê, lembra 'Capitães de Areia', disse a repórter do IG .
 
          No passado governos classificaram problemas sociais como caso de polícia. O erro volta a ser repetido.
 
          Fichar morador de rua na polícia para  "aumentar a sensação de segurança da população". Fala sério !  . Nota zero para o prefeito e seus assessores [...] .
 
                                         Devanir Amâncio
 

Caminho do Lixo




               Avenida do lixo
Por falta  de coleta e fiscalização da Prefeitura , entulhos e outros tipos de lixo apodrecem na avenida Carlos Lacerda , importante avenida da  região de Campo Limpo, Zona Sul. O descaso começa na altura do número 2.237 ( a 2 Km da Subprefeitura de Campo Limpo ) , onde o cenário é de escombro de  guerra. Há cerca de um ano  o muro da calçada cedeu , o asfalto afundou e o buraco  foi tapado com entulho  por moradores do Jardim Rosana .

Em frente à garagem da Campo Belo , por volta do  número 2.222 ,na mesma avenida ,mais lixo na 


calçada, em decomposição. No 2. 652 tem lixo até na placa de sinalização.

 Próximo dali um sofá amarelado pelo tempo virou lixeira, no meio da avenida, altura do número 2.738.

Outra paisagem deprimente fica em frente à garagem da empresa de ônibus Transkuba,também na avenida Carlos Lacerda 3003. As caçambas da Eco Urbis,  concessionária de coleta  que tem   contrato com a prefeitura de quase meio século, está cercada de entulho e lixo domiciliar.

 O   Ministério Público de São Paulo faria um   gesto de grandeza , se  pronunciasse  sobre a consultoria de 37 milhões da Prefeitura - um verdadeiro estupro contra os  cofres muinicipais  - para saber  o que precisa ser feito  para tirar a sujeira das ruas [...].

                                             Devanir Amâncio