quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

poeisa e facção

TIRIRICADA

Em epoca de eleição, eles aparecem...


Passada votação, eles aparecem...

Estão sempre presentes!

Mas não nos dão presentes!

Eles sempre aparecem pedindo.

...Votos e agora dinheiro!!

É um absurdo cobrarem um taxa, para que seja usada um praça pública,

onde será usada para comemorar o aniversário da cidade.

Estamos fazendo o que o poder público deveria fazer!

E ainda temos que pagar por isso?

Que "TIRIRICADA"!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Está chegando a hora!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Chegando ao fim... De novo

Meus dias de ser outra estão chegando ao fim novamente, dá pra crer?!

É que a temporada Jingobel 2010 no Espaço Cultural Encena vai só até sexta. Isso mesmo só mais uma apresentação.

Além de convidar quem passa por aqui, vou postar abaixo um texto mui bacana que o David publicou no blog dele http://barelanchestaboao.blogspot.com/. Tá na sequência, mas passem por lá porque tem fotos e tudo mais.

Valeu heim David!


.A alma brasileira na pele de três musas do teatro independente
Solidão urbana, violência doméstica e homossexualismo feminino temperam a “farofa natalina” da peça Jingobel, em final de temporada no Teatro Encena.


A atriz Flávia D’Álima escreveu no seu blog que um dos “cheiros de Natal” que ela mais gosta “talvez [seja] o da farofa, ai que delícia!”. Farofa é uma boa metáfora para sintetizar a variedade de ingredientes utilizados pelo autor teatral baiano Cláudio Simões na comédia dramática Jingobel, em cartaz no Espaço de Cultura Encena por mais duas 6ªas-feiras (essa e a próxima). Flávia divide o palco com as interpretações viscerais de Lidia Sant’Anna e Thânia Rocha.

As atrizes estavam há tempos à procura de um texto só com papéis femininos. Jingobel foi garimpada na internet por Wagner Pereira, que opera luz e som para o tresloucado trio. A montagem da peça no ano passado meio que imitou o clima atormentado em que “vivem” as personagens. “Aconteceu de tudo. Tivemos momentos de alegria, de desespero, de dúvidas. Tivemos desistências, gente que de alguma forma tentou nos atrapalhar (até isso foi positivo; nos fortaleceu) e pessoas que foram chegando só pra somar”, conta Flávia, que também assina a produção do espetáculo.


Criminosamente perdi toda a temporada anterior desta peça que estreou em 14 de novembro de 2009 no mesmo Teatro Encena – a reestréia foi em 9 de setembro último.
Neste ano paguei a dívida assistindo-a por duas vezes, e está difícil me conter para não ir mais uma.


Corneada, armada e perigosa

Escrita em apenas 15 dias (18 de janeiro a 1º de fevereiro de 1998) Jingobel preenche um a-e-i-o-u de atribulações das três mulheres encarnadas em Teresa, Elisa, Rosa e Vanusa. Calma aí que eu não errei nas contas – Rosa é personagem invisível (só seus gemidos “entram” em cena).

Estou pensando seriamente em processar o diretor da peça Walter Lins, por ele ter-me “roubado” a chance de escrever que Flávia D’Álima “transpira beleza e sensualidade em cena, mesmo com um pacote de fralda geriátrica usada nas mãos!” – escreveu Lins no texto de exaltação à reestréia. Só me resta dizer que Flávia faz uma interpretação avassaladora da suburbana Elisa crucificada à solidão, corneada pelo amante e emputecida porque a TV Globo trocou o “especial de Natal do Roberto Carlos pelo bicha do Michael Jackson”. Bote um “trezoitão” na mão duma doida dessa, e a desgraça tá feita...


Mulheres em combustão (NESTE CASO NÃO SERIA SEPARADA A PALAVRA?)

Quando as angústias de Elisa se fundem com as de Vanusa e Teresa (Lidia Sant’Anna e Thânia Rocha, respectivamente) o resultado é o mesmo de misturar glicerina com ácido sulfúrico e ácido nítrico – nitroglicerina pura!

A primeira vez que vi a atriz Lidia Sant’Anna, em 1997, ela estava se contorcendo nas dores do parto em pleno chão do teatro Cemur – sua personagem “dava à luz” em A Inutilidade dos Decretos Inúteis. A “Vanusa” de Lidia é responsável pelo momento mais comovente (é comédia dramática, lembra?) da peça. Com uma carioquice enfeitiçante na fala, Vanusa exala por todos os poros a dor do seu suplício cotidiano pelo preconceito contra a obesidade e o lesbianismo. Nem a “crente” resiste!


Entre a fé e o fogo no rabo

Eu me criei em igreja pentecostal, e digo com conhecimento de causa que Thânia Rocha está absolutamente perfeita no papel da evangélica radical que, tentando libertar almas, é seqüestrada e se enreda nas tramas da luxúria. Thânia seria tranquilamente saudada com um “A Paz do Senhor!” se saísse à rua caracterizada como a Teresa de Jingobel.



Assim como Jacó trabalhou sete anos e mais sete para ter seu prêmio na forma de um corpo de Raquel, muitos “irmãos” dariam sete dízimos e mais sete para encontrar o paraíso na carne da fervorosa Teresa. O tom de voz de Teresa, o olhar fanatizado de Teresa derreteriam as muralhas de Jericó...

Mas Vanusa foi mais ligeira, e reavivou a seu favor a labareda que a “crente” escondia debaixo da saia.



. Seja ligeiro (a) você também. Reserve seu lugar, porque a platéia é intimista (50 lugares).

JINGOBEL, de Claudio Simões. Direção: Walter Lins. Com: Flávia D’Álima, Lidia Sant’Anna e Thânia Rocha.

Figurino: Walter Lins. Cenário: Orias Elias. Cenotécnico: Jorge Jacques. Som: Jacintho Camarotto. Produção: Flávia D’Álima - Cia de Teatro Encena.

Espaço de Cultura ENCENA – Última apresentação 6ª-feira próxima - 26 de novembro

Às 20h30

Ingresso promocional R$ 7,00
Espetáculo recomendado a partir de 14 anos
Rua Sargento Estanislau Custódio, 130 – Jd. Jussara
Contato/Reservas/Informações: 8336-0546 com Flávia D’Álima

domingo, 21 de novembro de 2010

Quilombo Caçandoca - Ubatuba

Em comemoração do Dia da Consciência Negra, foi conhecer este maravilhoso local no litoral norte paulista, como não conhecia nada sobre o quilombo, fiquei maravilhado com o que presenciei.
Hoje conversando com amigos aqui na capital, percebi que as pessoas tem a visão de algo completamente diferente da realidade, acham que o povo quilombola, são quase seres de outro planeta.
Fica aqui o meu registro de que são pessoas, como qualquer uma outra que encontramos nas comunidades das grandes cidades, porém com algo muito mais valioso : HISTÓRIA.

Por este motivo, resolvi procurar algo sobre a comunidade e reproduzo a seguir:

Quilombo é o local de refúgio dos escravos negros brasileiros no período colonial. Eles representaram uma das mais importantes formas de resistência à escravidão. Buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura que deixaram na África. Embrenhados nas matas virgens, as comunidades se transformaram em prósperas aldeias, dedicando-se à economia de subsistência.

O Quilombo da Caçandoca em Ubatuba foi reconhecido, em laudo antropológico em 2000. Porém, a história dessa comunidade remete ao ano de 1858, quando o português José Antunes de Sá comprou a Fazenda Caçandoca.

A fazenda abrigava uma casa-sede e um engenho, sendo dividida em três núcleos administrativos. Cada filho de José Antunes de Sá: Isídio, Marcolino e Simphonio administrava um núcleo. Eles tiveram vários filhos “bastardos” com as mulheres negras que trabalhavam nas terras, além dos legítimos, frutos de casamento com mulheres brancas.

A fazenda produzia café e aguardente de cana-de-açúcar. Foi desmembrada em 1881, data do primeiro inventário do local. Filhos e netos legítimos do proprietário da fazenda herdaram parte das terras, mas nem todos permaneceram nelas. Os que permaneceram, ficaram na condição de posseiros, com autorização para administrar seu próprio trabalho.

Os filhos bastardos e os ex-escravos deram origem às 32 famílias que hoje formam o Quilombo da Caçandoca, com cerca de mil remanescentes. As famílias compartilham uma área de reserva florestal, administram hortas caseiras e até pouco tempo atrás faziam o manejo do palmito ‘jussara’.

As casas das famílias não têm luz elétrica nem água encanada. São feitas de pau-a-pique, de tábuas cobertas com calhetão ou de alvenaria. A comunidade sobrevive da pesca, marisco e agricultura familiar, voltada para o autoconsumo. Outra parte das quilombolas faz serviços domésticos em casas de veraneio nas praias vizinhas como Pulso, Caçandoquinha, Bairro Alto, Saco da Raposa, São Lourenço, Saco do Morcego, Saco da Banana e Simão.

Até meados da década de 1990, havia na comunidade duas escolas municipais de Ensino Básico. Elas foram fechadas sob a alegação de que o número de alunos era insuficiente. As poucas crianças que freqüentam escola precisam caminhar até a praia do Pulso e seguem com um ônibus até o bairro da Maranduba. Ainda hoje, a reabertura das escolas é reivindicada pela comunidade.

Outros problemas na comunidade tiveram início na década de 1970 com a construção da rodovia BR-101, que interliga a cidade de Santos à capital do Rio de Janeiro. Quilombos foram expulsos da terra. Hoje, os 890 hectares do território quilombola na Caçandoca, estão sendo disputados por uma imobiliária.

As cerca de 50 famílias do Quilombo de Camburi, também em Ubatuba, enfrentam as mesmas pressões para deixar as terras. Eles ocupam há aproximadamente 150 anos, uma área localizada na divisa com a cidade de Paraty.



Preservação da cultura quilombola

“Os quilombolas defendem o território e os costumes de seus ancestrais”, revelou Antonio dos Santos, presidente da Associação dos Remanescentes da Comunidade do Quilombo da Caçandoca.

Os costumes religiosos no quilombo da Caçandoca estão sendo resgatados com a participação da comunidade na procissão marítima da Festa do Divino. Outras festas comemoradas são de São Benedito (santo negro), São João, Santo Antônio e São Pedro (padroeiro dos pescadores).

“Até os anos 60, tinha festa o ano todo na comunidade. Começava com a cantoria de reis no natal, passando pelo primeiro dia do ano e no dia 7 de janeiro, iniciava a folia do Divino. Este período era sagrado. Os quilombolas deixavam de fazer mutirão – trabalhar junto numa mesma roça – para homenagear os santos. A reza durava nove noites e na última acontecia a festa com as danças que iam até o dia clarear”, afirmou Antônio. As danças eram o bate pé, ciranda, moçambique e dança do chapéu. “Tinha fogueira, doce de mamão e abóbora e mandioca assada”.

Algumas mulheres da Caçandoca fazem artesanato para vender na cidade. São colchas e panos de enfeite feitos com retalhos, a palha da banana se transforma em balaios e descansos de panela, as cortinas são enfeitadas com conchas e a bolsa é produzida com ‘anel’ de latinha. A arte é ensinada de mãe para filha.

A maioria das casas da comunidade, feitas de parede de taipa e cobertura de sapê, tem cama de bambu e colchão de tábua. Os utensílios domésticos são de barro e ferro. O pilão ainda serve para amassar o café. “A linha de pesca era tirada do tucum do coco e as cordas grossas para puxar a rede eram de cipó. Só precisávamos comprar querosene e sal para sobreviver”, descreveu Antônio que recebia confirmação da esposa Gabriela dos Santos.

O primeiro projeto coletivo da comunidade, uma horta comunitária, está em andamento. “O mais importante é este sentimento de coletividade. Estamos resgatando o modelo de produção de ‘meia’, no qual o quilombo dono da roça convocava os demais para trabalhar em sua terra por determinado tempo. Na colheita, metade da produção ficava com o proprietário da terra e a outra metade, era distribuída pelos trabalhadores que manejaram a terra. Sozinho, um quilombo não pode nada”, confirmou Antônio dos Santos.

Os quilombolas fizeram curso de capacitação para produção e comercialização de mel e polpa do palmito jussara. O Incra (Instituto Nacional de Colonização da Reforma Agrária) patenteou os dois produtos.



Quilombo no Brasil

O Brasil chegou a ter centenas de quilombos no período colonial. A maioria não sobreviveu aos ataques dos senhores das fazendas. O quilombo mais famoso foi o dos Palmares, que reuniu em terras alagoanas, mais de 50 mil escravos fugidos, em pleno século XVII.

O líder negro Zumbi, chefe indiscutível do Quilombo dos Palmares, após anos de combate, foi morto em 20 de novembro de 1695. Seu nome entrou para a galeria dos heróis 300 anos depois, quando, em 1995, a data de sua morte foi adotada como o Dia da Consciência Negra.

Atualmente, há mais de 2.200 comunidades remanescentes de quilombos no país. No Estado de São Paulo existe mais de 35, a maioria na região do Vale do Ribeira. A formação desses quilombos não se deu somente pelas fugas de escravos que ocuparam terras livres e isoladas, mas também por heranças, doações, recebimentos de terras como pagamento de serviços prestados, simples permanência nas terras ou compra das mesmas.

A questão quilombola entrou na agenda das políticas públicas com a Constituição Federal de 1988. O Artigo 68 defende “aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida à propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos”.

Foi neste período que a comunidade do litoral norte paulista se organizou e formou a Associação dos Remanescentes do Quilombo da Caçandoca, visando participar do processo de reconhecimento e titulação de suas terras, tarefa realizada pelo Itesp.



Curiosidades

A palavra ‘quilombo’ tem origem africana, da língua banto (kilombo) e significa acampamento, fortaleza de difícil acesso, onde negros que resistiam à escravidão conviviam com brancos pobres e indígenas. O banto teve origem em países africanos como Angola, Congo, Gabão, Zaire e Moçambique.

A palavra ‘Caçandoca’, apesar de ser relacionado à casa devido ao sufixo “oca” (casa em tupi-guarani), significa “gabão de mato” numa referência ao país do centro-oeste africano Gabão.
O que define um quilombo é o movimento de transição da condição de escravo para a de camponês livre. Suas duas principais características não foram o isolamento e a fuga e sim a resistência e a autonomia.

PS: Este texto foi publicado em 2008 e já houve algumas mudanças...
http://www.diocesecaraguatatuba.com.br/newsInfo.asp?res

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A velha infância

Poxa!


Passou um filme pela cabeça!

Estreou hoje um filme bacana, Tubarão, mas me disseram que o Daniel San é mais legal, o Robocop não é gay, como diz Os Mamonas, mas a música O Passageiro, reflete o dia-a-dia, o Cotidiano do mestre Chico, e estamos sempre correndo. O comercial na tv, menciona que "o tempo passa, o tempo voa" e o poeta diz, que ele não pára(nesta época anda se usava o acento de diferenciação), vou desligar o computador(isso não existe ainda), vou assistir a novela, ver o Leal Maia chamar a Vera Fischer de: - Minha Deusa!, nesta Mandala da vida, vamos vivendo!

Vai ter eleição presidencial, a primeira depois do regime, será que um dia teremos uma mulher na presidência? Viagem!

E por falar em viagem, terá excursão pra Boqueirão no domingo e segunda feriadão, baile da Chic Show. Nossa vida é assim, daria um outro filme, "De ida para o passado".

Nosso dinheiro é bacana, ouço meu pai chegar em casa e dizer que este mês recebeu apenas, 200 mil de salário, poxa pra que mais do que isso? Ele deve ter outra família, porque sempre fica devendo o aluguel, parece aquele moço da TV, que vive fugindo do dono da casa, o Seu Madruga, mas vou pedir um troco pra ele.

- Pai, me dá dinheiro pra comprar Dip´lik, tomar uma Crush, comprar um Kichute e comer um Lollo! Prometo que não mexo no seu 3 em 1!

Ainda sobrou uma moeda, vou no fliper...

Bacana, score 3.567.765, vem final 5, vem final 5! Não veio!

GAME OVER.





Este texto, foi inspirado na obra de Ana Paula Rossi...... http://www.santamulher1.blogspot.com/

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Propagando o Samba do Monte - www.caixappreta.blogspot.com

Samba do Monte - homenagem a clementina de Jesus‏









Projeto Comunidade Samba do Monte que acontece todo segundo domingo do mês!

Neste mês de novembro a homenageada é clementina de Jesus





PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS:

* Kolombolo diá Piratininga.

* Umoja



Dia:14 de Novembro de 2010.

Local: Centro Cultural Monte Azul.

Endereço: Av. Tomás de Souza, 552 - Jd. Monte Azul –São Paulo SP

Horário: a partir das 14h00min até as 20h00min

Entrada: 1 REAL

sábado, 23 de outubro de 2010

Jingobel

Não é Natal ainda, mas já estamos badalando ao som do jingle mais famoso do mundo.






Arme a sua árvore, desarme sua alma e venha se deliciar com uma apresentação de altissímo garbo e elegância.

Dentro de um apartamento na noite de Natal, onde o inusitado encontro de três distintas personagens ocorre por ironia do destino, tudo pode acontecer.

Em uma história envolvente e contagiante, o público se entrega as maluquices de Elisa e aos fervores de Teresa e Vanussa, cada qual ao seu modo.

Uma história de amor, solidão, violência e amizade.

Onde nos revelam, que a felicidade, por vezes nos escapar entre os dedos, mas que sempre podemos ter uma outra visão e começar tudo do zero.

E nos mostra mais uma vez, que a noite de Natal é a noite do renascimento.

Peça bacana, que eu recomendo á todos.

Vale a pena conferir.





Em cartaz, todas as sextas feiras de outubro e novembro, as 20:30 hs.

No Espaço Cultural Encena

Rua Sargento Estanislau Custódio, 130

Jardim Jussara, próximo ao campo do Spada, na Eliseu de Almeida.

domingo, 3 de outubro de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SEGUNDA DIA 16

Na aula de segunda-feira, dia 16 de agosto o professor Pedro, tocou em alguns tópicos da matéria e em um determinado momento citou que se todos que tenham dinheiro em conta corrente ou em algum outro investimento qualquer, resolvessem tirar todo o seu dinheiro e gastar, não existiria dinheiro para pagar todos.
Na verdade toda vez que o dinheiro entra em um banco, por exemplo, como um deposito, ele passa a ser um valor escriturado, ou seja, deixa de ser papel-moeda e passa a ser moeda escritural, está escrita no banco em seu nome e o banco está sendo o custodiante.
O banco passa a ser obrigado a ter, o valor para lhe entregar, mas não necessariamente na mesma nota, mas sim no mesmo valor.
Caso tenha depositado R$ 100, terá direito a R$ 100, mas pode usá-lo de outra forma, a mais comum hoje em dia é o uso do cartão magnético, mas todas as movimentações de recursos financeiros podem ser feitos de outras formas, como exemplos: DOC, TED e boletos, todos representam uma movimentação, onde haverá um débito e um crédito.
Outra cena mencionada foi a antecipação do 13° salário, isso acontece muito, mas eu particularmente num fiz e pretendo nunca fazer, pois acredito ser mais interessantes aguardar e receber o valor total e não apenas uma parte.
Na verdade é um empréstimo, e por ser uma espécie de empréstimo consignado, ou seja, será cobrado direto em folha de pagamento e o risco de inadimplência ser baixo, os juros também são menores que um cheque especial ou rotativo de cartão de crédito.
No real não faço idéia de quanto cobram por isto, mas sendo bonzinho e imaginando que cobram os 4%, e for feito em agosto, por exemplo, serão quatro meses até quitar o empréstimo, se antecipar o valor de R$ 1.000 (já com os devidos descontos) , o banco irá lhe antecipar o valor de aproximadamente R$ 854,80, para a sua conta hoje e irá receber os seus R$ 1.000(lembrando que pode-se antecipar apenas uma parte do salário).
*fiz os cálculos com valores aproximados, caso seja mesmo para quitar um divida de cartão de crédito, no valor de R$ 850, com os juros de 12% a.m, vale a pena pois o rombo seria maior se ficasse devendo de agosto a dezembro, chegando ao montante de R$ 1.337,49.
Mas se for apenas para gastar com algo apenas para satisfação pessoal, melhor não arriscar o seu rico dinheirinho.

Copiei o texto abaixo:

www.blogdefinancas.com.br


Os bancos começaram a corrida em busca do nosso suado 13o. salário. Muitos trabalhadores não querem esperar para receber as parcelas em suas respectivas empresas. Contudo, esse adiantamento só valerá a pena se o dinheiro for para quitar uma dívida com juros maiores, como cheque especial e cartão de crédito. Esses juros rotativos estão na casa do 12% ao mês. Antecipar o dinheiro antes somente para gastar não é uma boa alternativa.
Apesar de aparentemente as taxas cobradas pelos bancos, na antecipação do 13o., serem relativamente baixas, entre 2% e 4% ao mês, mesmo assim os juros nesse período é alto, portanto se for possível aguardar o recebimento do valor será satisfatório a espera, lembramos ainda que no final do ano surgem diversas despesas que geralmente não esperamos.

CONTINUA...

Apenas para complementar, existe um serviço oferecido pelas administradoras de cartões de credito, isso para empresas que fazem venda com cartão de crédito, chamado RAV, significa algo como Recebimento de Antecipação de Vendas, toda vez que usamos o cartão em um estabelecimento qualquer, a administradora já abocanha a sua parte, em média 3,15% e ainda o recebimento será apenas trinta dias depois da compra, em um determinado dia ligam na empresa, oferecendo o RAV, que seria a antecipação e isso ainda tem mais uma bocada, algo em torno de também 3% pela administradora.

Exemplo:
Comprei com cartão R$ 100, no dia 20 de junho, no dia 20 de julho a empresa receberá R$ 96,85.
Caso o opte pela RAV, receberá R$ 96,85 menos os 3%, receberá apenas R$ 93,94.
Um prejuízo de 6,05%. Agora percebo porque muitas padarias, que ainda, infelizmente, vendem cigarros, deixam uma placa: “NÃO ACEITAMOS CARTÕES NA COMPRA DE CIGARROS”, é porque o cigarro não dá lucro, apenas tem um giro bom, mas o seu custo é de aproximadamente 96% do valor de venda, se o comerciante, vender no cartão e depois antecipar, seria melhor ele ter dado o maço de cigarros.
Só para constar, já trabalhei em padaria a banca de jornal, vendia cigarros e sei como funciona.


SELIC – (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).
Taxa básica utilizada como referência pela política monetária.
Uma das taxas mais importantes na economia, pois todas as outras são baseadas nela, é uma taxa expressa anualmente, é medida pelo volume ponderado das operações financeiras em um dia, amarradas em títulos públicos federais realizados na SELIC.
Ela é divulgada pelo COPOM (Comitê de Política Monetária) o método usado no calculo pode ser encontrado em www.bcb.gov.br os dados acompanham os títulos federais de emitidos pelo Tesouro ou Bacen.
Já que falamos em Tesouro, no meu ponto de vista investir em Tesouro Direto seja o mais seguro em longo prazo, pois os juros seguem a SELIC (agosto acima de 10%) e cobrem o CDI, sem falar que são seguros e tem liquidez diária.
É possível investir no Tesouro, á partir de R$ 200, mas é preciso, assim como na compra de ações, ter obrigatoriamente que abrir uma conta em uma corretora de valores.
Alguma vez o gerente do seu banco lhe indicou este investimento?
Bem provável que não!
Pois se tratando de um titulo público, o banco não receberia nada nesta transação.

Acesse:
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/
Lá encontrará as informações para investir, taxas e formas LTN, NTN ou LFT.

Tem até um cursinho on-line para ter uma idéia:
http://www.cblc.com.br/cblc/hotsites/TesouroDireto/player.asp







O golpe em investidores, onde foram lesados alguns desavisados.
O caso não foi na Bahia e sim em Minas, foi feito algo como nas pirâmides, um entra e acaba pagando a quem está a mais tempo no esquema, assim que uma hora que a banca quebra, mas neste caso ele em devia estar realmente investindo o dinheiro, estava apenas maquiando os valores.

CONTINUA....

Acompanhem o caso:

http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/07/homem-e-suspeito-de-sumir-com-r-50-milhoes-de-investidores-em-mg.html

Pois sempre que entrar em um investimento em ações, seja em fundos ou ações diretas, via banco ou corretora, seus ativos ficam custodiados na CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia) e este órgão te mandará todo final de mês os informes de quais ativos estão em seu nome, quantidades e valores.

Caso não receba este informativo e nem um comunicado da BOVESPA, pode verificar que é rolo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

PROJETO N'ATIVIDADE

Este é um Projeto em que resolvi entrar de cabeça!
Eu e mais dois parceiros, levaremos juntamente com o apoio da comunidade onde vivemos, Cohab Adventista, lazer, educação e cultura.
O Projeto está apenas começando e sabemos das dificuldades que enfrentaremos, mas estamos dispostos e conscientes desses percalços.
Muitos nos ajudam, ajudaram e ajudarão na medida que perceberem que isto não se trata de apenas uma vontade momentânea e sim de um ideal e um sonho de fazer algo pelo próximo.

Temos plena consciência que não será nada fácil, pois ão conseguiremos nada com facilidade e muito menos de graça.
Mas estamos dispostos a doar um tempo em nossas vidas e realizar, por mais simples que seja a ação, poderemos mudar a vida de alguém.
Seja com um incentivo, uma palavra amiga, uma orientação em uma hora difícil, uma indicação de emprego, coisas simples que nos parece obvias e que as vezes nos passam despercebidas.
No começo até entendo que a comunidade ficará meio duvidosa e nem nos dará bola!
Mas á partir do momento em que começarmos mesmo com as atividades, temos certeza que iremos conquistar vários adeptos.
Tenho certeza, que você, agora lendo este texto, está se perguntando se pode ajudar em algo.
Respondemos de imediato, que sim, você pode ajudar e muito.
Se você sabe contar histórias, cantar, tocar violão, pintar, grafitar, dançar, jogar futebol, costurar, desenhar, digitar, escrever, elaborar um curriculo ou seja lá o que for.
Com certeza você também poderá nos ajudar a difundir a sua habilidade e passar adiante este seu conhecimento e fazer o bem a alguém.
Nosso primeiro evento, acontecerá entre os dias 21 e 28 de agosto, será o 1° TORNEIO DE TACO NA COHAB ADVENTISTA, daremos um belo prêmio a dupla vencedora.
Incentivaremos para haja mais eventos deste porte, na medida das nossas condições, pretendemos aumentar estas atividades.
Temos parceiros para nos ajudar e temos a vontade de fazer acontecer.
E temos agora, o mais importante, o seu conhecimento de nossa atividade!
De hoje em diante, estaremos N'ATIVIDADE e sempre faremos de tudo para que as coisas aconteçam de maneira clara, objetiva e sempre pensando no bem das pessoas.
Obrigado!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Acabou o mês.

Vamos começar tudo de novo!
Está chegando o fim de mais um mês.
Esta para mim é a virada do ano!
Ano novo, vida nova!
Segunda chega a hora de voltar ás aulas, segundo semestre e novos desafios, agora a coisa começa a ficar boa com as matérias mais especifícas da área financeira.
É isso que necessito!
Vamos em frente!
Bom final de julho!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CORDEL DO FOGO ENCANTADO.

Literatura de Cordel
Poesia popular característica do Nordeste


Literatura de Cordel é o nome dado às histórias do romanceiro popular do sertão Nordeste do Brasil (em especial Pernambuco, Paraíba e Ceará). A origem do nome "Literatura de Cordel" está em folhetos de impressão precária e expostos à venda pendurados em varais de barbante. O nome vem de Portugal, onde esse tipo de folheto de literatura popular também era produzido. Também eram encontrados em países como Espanha, França, Itália e Alemanha.Esse tipo de folheto surgiu na Idade Média, por volta dos séculos 11 e 12. Com a invenção da imprensa (1450), essa literatura que até então era oral e recitada por jograis e menestréis ambulantes, passou a ser vendida em folhetos de papel ordinário e preço barato. Surgia, assim, a literatura de folhetos.
Literatura de Cordel no BrasilA literatura de cordel chegou ao Brasil com nossos colonizadores, instalando-se na Bahia e nos demais estados do Nordeste, onde encontrou um terreno fértil. Por volta de 1750, apareceram os primeiros poetas populares que narravam sagas em versos, visto que a maioria desse povo, sequer sabia ler e as histórias eram decoradas e recitadas nas feiras ou nas praças. Às vezes, acompanhadas por música de violas. Portanto, surgiu também no Brasil, como literatura oral, característica fundamental da cultura popular.Enfim, foram esses cantadores do improviso, itinerantes, os precursores da literatura de cordel escrita. E verdadeiros repórteres, pois eram eles quem divulgavam as notícias nos lugares mais longínquos, especialmente, os acontecimentos históricos do Brasil, narrados em verso. O fenômeno só despertou o interesse dos estudiosos letrados em fins do século 19, começo do século 20. O poeta paraibano Leandro Gomes de Barros é considerado por esses pesquisadores, o primeiro a imprimir e vender seus versos, por volta de 1890.
Temas da Literatura de Cordel na riquíssima literatura de cordel nordestina há uma grande variedade de temas, tradicionais ou contemporâneos, que refletem a vivência popular, desde os problemas atuais até a conservação de narrativas inspiradas no imaginário ibérico (incluída aí a tradição que remonta a invasão da Península pelos mouros). Assim, não é difícil compreender histórias de cavaleiros medievais, nem um folheto como o "Romance do Pavão Misterioso", onde encontramos nítidas influências das celébres "Mil e Uma Noites".Mas não há limite na escolha dos temas para a criação de um folheto, que tanto pode narrar os feitos de cangaceiros, as espertezas de heróis como João Grilo e Pedro Malasartes ou uma história de amor, ou ainda acontecimentos importantes de interesse público, como o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. Também são comuns os temas sobrenaturais, como a chegada de Lampião no Inferno ou a realização de profecias de Antônio Conselheiro. Com o advento dos meios de comunicação de massa, os astros da TV também passaram a aparecer como personagens de cordel.
Meios de comunicação de massa por outro lado, rádio e TV, com sua ação padronizadora, foram levando para o sertão os elementos mais característicos da cultura urbana e concorrendo com a literatura de cordel. Porém, se os folhetos hoje não fazem o mesmo sucesso que fizeram em outras épocas, eles ainda não desapareceram e são encontrados também nas comunidades nordestinas que habitam as grandes cidades brasileiras, como Rio e São Paulo.
Métrica e rima os folhetos de cordel brasileiros (também chamados "folhetos de feira"), com textos poeticamente estruturados, têm a sextilha (conjunto de seis versos) como estrofe básica, mas há também as septilhas, oitavas e as décimas (respectivamente sete, oito e dez versos, este último também chamado "martelo").A métrica dos versos é em geral a redondilha maior, ou seja, os versos de sete sílabas, mas sem o rigor que vigora na poesia erudita. Finalmente, têm rimas e vocabulário simples, mas nem por isso perdem - antes ganham - em valor estético. Os folhetos são ilustrados principalmente com xilogravuras, ou seja, gravuras rústicas feitas a partir de entalhes em chapas de madeira. Por fim, convém lembrar que há produções semelhantes em alguns países da América hispânica, como Argentina, Nicarágua, México, Colômbia, Chile e Venezuela. Todavia, nossos vizinhos denominam sua produção poética de el corrido, e são sempre cantadas.
Aqui em São Paulo, mais especificamente no centro, encontramos bancas que vendem alguma coisa de literatura de cordel, na verdade é muito fácil de ler, uma leitura rápida e eficiente.
O problema maior é conseguir entender todas as palavras, muitas delas são usadas apenas nas regiões Norte e Nordeste, apesar da grande populãção sudestina ser descendente de lá, por vezes fica incompreensiveis as palavras usadas.
Mas vale a pena ler, é cultura pura do povo brasileiro!
Sou o palhaço do circo sem futuro!

É proibido proibir?

É justo proibir o uso do celular na sala de aula?
Em muitos lugares do Brasil e do mundo já vigora a proibição do uso de celulares em sala de aula. Em outros, a ideia está em discussão. Conforme noticiou o UOL Educação, em janeiro de 2010, na rede municipal de ensino de Juiz de Fora (MG) não somente os celulares foram proibidos, como também os bonés. A situação com certeza é polêmica. Trata-se de mais um caso em que a esfera pública (o Estado) resolve invadir assuntos da esfera privada, como na restrição ao fumo em locais fechados? Os legisladores estariam se intrometendo em questões da vida individual do estudante que não lhes dizem respeito? Ou são os jovens que abusam e não conseguem compreender quanto o uso do celular, durante a aula, lhes é prejudicial? O que você pensa da proibição do celular em sala de aula? E do boné?
Seja lá como for, eu estarei perdido no começo das aulas, em primeiro de Março.
Sempre estou de boné e sempre ando com o celular, até desligo-o, mas o boné?
Ou uso ou não!
Na verdade querem mandar em nossas vontades!
Não posso querer nada, pois sempre vai ter alguém pra dizer que não posso!
Que merda!!!
Mas me deixa que hoje estou de bobeira!

HOJE É FOLGA!

Outra vez, estou aqui no trabalho!
Segunda-feira, de carnaval, véspera de feriado e a cidade está vazia.
Um belo dia de sol forte e céu aberto, azul como não se vê todos os dias, principalmente nos feriados, que sempre chove para estragar a vida de quem vai viajar.
Como eu não viajo, apenas nas idéias, vou seguindo aqui....
Muita gente está passeando uma hora dessas, curtindo o verão, a familia e os amigos!
Mas hoje é folga, moralmente, na pratica não!
Mas como sou do contra, não vou escrever!
Bom feriado á todos!!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Durante o Carnaval

Todos sabemos que a vida começa após o Carnaval.
Sempre deixamos para depois da festa passar, na avenida com o samba popular, na boca do povo o enredo das escolas contando histórias mil.
Cada uma com o seu tema e seu ponto de vista!
Enquanto isto, vamos levando a vida, continuamos a trabalhar, correndo atras do pão de cada dia. A cidade não para, todo dia é a lesma lerda, ônibus, trem e metrô lotados, a maior concentração de pessoas por metro quadrado da cidade é dentro de um vagão.
A população corre a semana toda e pensa em se divertir ao chegar o grande dia, na sexta-feira primeiro dia dos desfiles, encontrei várias pessoas no trem carregando suas fantasias, para sairem do trabalho e irem direto ao Anhembi.
A minha fantasia é sempre a mesma, calça e camisa da empresa e sapato apertado.
Mas bem que gostaria de troca-la por umas daquelas em que pelo menos um dia seria Rei e dançaria ao lado de uma musa, seja ela atriz, cantora, ex-BBB ou qualquer uma outra nulidade rebolante.
Afinal estamos no país do futebol e do carnaval.
Teve até desfile fenomenal, unindo as duas maiores paixões do brasileiro.
Mas esquecem-se que este mesmo país é o dos escandalos, mensalões, cassações de mandatos e até que enfim prisão de governador por denuncia de corrupção.
Mas vivemos em um país também superticioso, onde colocamos arruda atras da orelha pra tirar mal olhado, tenho uma idéia, colocarmos arruda atras das grades, para mostar aos outros que não estamos de brincadeira!
E tomara, que a liberdade dele não começe depois da apoteose, nem após as doze horas da quarta-feira de cinzas!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Como Escrever um Projeto « Blog do Andrey Sgorla

Como Escrever um Projeto « Blog do Andrey Sgorla

Este blog nos ajuda a entender e compreender como funciona um projeto social, sério e fundamentado.
Gostei muito da leitura e das dicas, principalmente com links das empresas que apoiam projetos pelo Brasil.